As gêmeas da família (Stella Maris Rezende, Globo Livros)

Há muitas coisas geniais em As gêmeas da família. A começar pela forma. Uma série de repetição de frases conduz a narrativa de Stella Maris Rezende de forma única. A seguir vem o gancho para a história: a boa e velha maldição. Aqui, ela recai sobre todas as gêmeas de uma mesma família. Elas estão condenadas à infelicidade no casamento. Se hoje casar-se já não é mais plano de vida para muitas mulheres, em 1965, quando o livro se inicia, a questão tinha outra dimensão.

Em meio a uma paixão pela cantora Rita Pavone e uma mãe que, por meio de uma promessa um tanto egoísta, tenta livrar as filhas trigêmeas da maldição, as garotas deixam a vida pacata e infeliz de busca por um namorado e partem em uma aventura para o Rio de Janeiro. De desfecho totalmente inesperado.

Se você tem um pré-adolescente por perto, aposte em As gêmeas da família como opção de leitura. As chances de dar certo são grandes. E a única “maldição” será o risco de se criar um novo viciado em livros.

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