Eu sou Malala (Malala Yousafzai e Christina Lamb, Companhias das Letras)

Em setembro de 2016, durante uma viagem de férias para Portland, no Oregon (Estados Unidos), tive a chance de assistir a uma palestra com Malala. Na ocasião, ela começou o encontro falando sobre a ainda possível eleição de Donald Trump para presidente, e fez uma constatação (dentro do possível bom humor para o tema), dizendo que não sabia se, em breve, ainda seria bem-vinda àquele país. Ver Trump tomando posse na última semana gerou todo tipo de insegurança, inclusive a já adiantada por Malala, meses atrás.

O que você, cidadão brasileiro, tão distante dos Estados Unidos, pode fazer sobre tudo isso? Ser menos obtuso em relação a temas como o preconceito contra os que têm origem árabe e contra os imigrantes de forma geral. Como conseguir isso? Um ótimo primeiro passo é ler a história dessa garota, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, em Eu sou Malala.

Você não vai somente saber os detalhes do momento em que ela levou um tiro de terroristas, simplesmente porque queria continha estudando. Vai entender também como a nossa cultura, ocidental, e a dela, oriental, são mesmo diferentes – e o quanto isso não quer dizer que uma seja melhor do que a outra (atenção: não estou me referindo ao que os terroristas fazem, mas à cultura real daquele povo).

Malala, de minha parte, continuo acompanhando sua linda missão! Pessoas como você estão sempre em minhas orações.

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