O para sempre de Pedrina e Tunico (Claudio Fragata, Record)

Por que não trazer ao menos um pingo de otimismo para as perdas que acontecem ao longo da vida? Claudio Fragata, ao trocar o termo “nunca mais” pelo “para sempre” na história de Pedrina e Tunico, nos ensina que vale a pena tentar mudar o olhar sobre aquilo que parece apenas triste.

Pedrina chega de repente à casa de uma família, onde começa a trabalhar como cozinheira. Não demora nada para que ela conquiste o coração do filho único daquele lar. Um tempo depois, chega outra novidade: Tunico, neto de Pedrina, que vai morar na casa porque a mãe dele está muito doente. Tunico e o menino-habitante-narrador-da-história logo se tornam melhores amigos! Juntos, eles se divertem e enfrentam momentos difíceis – há até uma passagem de racismo contra Tunico.

Até que o nunca mais acaba chegando: Tunico e Pedrina precisam ir embora. O que fazer quando não se pode, nunca mais, ver alguém? Melhor seguir a ideia do livro e transformar o sentimento de perda em memórias alegres. Fazer o nunca mais virar para sempre!

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